segunda-feira, 13 de maio de 2013
Aquele que um dia
As batidas do coração apresentam uma melodia
Pronta para fazer dançar aquele que um dia apreciei com toda minha pureza
E a leveza transforma o verbo em intenção
Sentimentos que desconheço até então
Luz e magia que brotam do céu
Nunca para exaltar a ti
Enquanto corres, teu movimento parece ensaiado
Enquanto choras, teu sofrimento parece exagerado
Enquanto amas, eu cultuo a solidão
Enquanto foges, o vento guia cada passo do teu chão
Minhas palavras de ilusão apresentam uma poesia
Pronta para fazer voltar aquele que um dia descansou em meus braços com toda sua proeza
E a música transforma a intenção em ousadia
Para que um dia a lembrança da fuga esvaneça
Nunca para te deixar avisado
Pois sempre soubes do olhar ao esforço, sempre exaltando a ti
Enquanto gritas, a tua voz descarrega e busca por paz
Enquanto tentas, alguém diz que é tarde demais
Enquanto odeias, o ciclo de vingança fica forte
Enquanto esqueces, eu vou lidando com a morte
Meus sorrisos apresentam uma das muitas histórias nobres
Pronta para fazer lançar aquele que um dia me disse ferido
Todas as suas tristezas pobres
Fragilidade
Foi a falsa palavra que se fragilizou?
Foi a censura do passado racional?
Ou a covardia de um sentimento egoísta?
Quando os homens estavam afundando em indiferença
Ela veio com uma laçada de felicidade
Não há uma ligação entre os enganos
O rádio fala Jazz e você pensa
No cheiro de seus cabelos no sopro quente da profundidade do não conformismo
Existem olhos que não conseguem ver
E razões que não se sensibilizam
Eu me afogo em melancolia
E encontro prazer na dor
Na dor de te ter na Terra enquanto estás em Vênus
Foi a censura do passado racional?
Ou a covardia de um sentimento egoísta?
Quando os homens estavam afundando em indiferença
Ela veio com uma laçada de felicidade
Não há uma ligação entre os enganos
O rádio fala Jazz e você pensa
No cheiro de seus cabelos no sopro quente da profundidade do não conformismo
Existem olhos que não conseguem ver
E razões que não se sensibilizam
Eu me afogo em melancolia
E encontro prazer na dor
Na dor de te ter na Terra enquanto estás em Vênus
terça-feira, 7 de maio de 2013
Além de 26
A raiva que veio do seu íntimo azul
Incontrolável pelos tremores da carne
Nem mesmo o crepúsculo dos dias
Tudo se tornará vermelho fora de mim
Confusão, diversão e pervesão me torturam a alma
Só a tua ignorância me faz pensar na diferença
Diferença de uma vida com amor
O amor poderia substituir o vazio
Mas vem os tremores novamente
E com eles tudo se desmorona
Agora posso sentar e desejar
Desejar que tudo renasça para o sofrimento
E não pára
26 é pouco, 26 é uma eternidade
Só lhe restará a saudade
Incontrolável pelos tremores da carne
Nem mesmo o crepúsculo dos dias
Tudo se tornará vermelho fora de mim
Confusão, diversão e pervesão me torturam a alma
Só a tua ignorância me faz pensar na diferença
Diferença de uma vida com amor
O amor poderia substituir o vazio
Mas vem os tremores novamente
E com eles tudo se desmorona
Agora posso sentar e desejar
Desejar que tudo renasça para o sofrimento
E não pára
26 é pouco, 26 é uma eternidade
Só lhe restará a saudade
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