segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Pessoas

Aqui ouvindo José González e com uma pequena depressão. Poxa, ando tão cansada, muito mesmo. Ainda há pouco tive um probleminha de saúde que me deixou preocupada, mas já passou, aliviei. Apesar da minha vida está um inferno (nunca pensei que o Inglês iria ser tão difícil), eu ando pensando em várias pessoas. Uma amiga me falou que anda mal, eu não sei se é por causa do meu egoísmo, do cansaço ou dessa minha nova fase down (desisto), mas eu não senti pena. Eu costumo sentir pena das pessoas, até de mim mesma, mas dessa vez eu acho que essa tristeza que ela está sentindo é necessária pro crescimento pessoal. Lógico que não desejo o mal, mas a vida não é fácil pra ninguém, seja você rico ou pobre, feio ou bonito, alto ou baixo... Acho que essa época de fim de ano eu fico louca. Eu quero que essa pessoa se recupere logo e volte ao normal, pois eu a amo, mas não posso e, de uma certa forma, nem quero fazer nada pra ajudar. Às vezes temos que aprender a levantar a cabeça e continuar a jornada. Só a desejo boa sorte e espero que ela saiba que o meu amor é verdadeiro.
Também ando pensando em outra pessoa, a que eu sempre penso e sou apaixonada desde Julho, e isso me fez querer voltar ao meu plano de vida nova, sempre esse plano de vida nova. Eu percebi de vez que nunca foi o que eu imaginei ou fantasiei, já esperei demais, aguentei demais, mudei demais... e se continuar assim eu vou acabar me matando. Hora de recomeçar, assim como minha amiga, eu também não estou muito bem, mas é estranho é quando eu estou feliz. O primeiro passo é querer, e esse eu já dei, vou continuar firme e forte com o plano de vida nova, nada melhor que um recomeço. Ainda com o plano de ficar solteira por uns anos, apesar das tentações, e procurar evoluir emocionalmente e espiritualmente.
Acho que a humanidade no fundo gosta de sofrer um pouco... Afinal, o que seria da vida se tudo fosse um mar de rosas? Sei lá. Só sei que nada sei. Ah, e que as pessoas são estranhas!

domingo, 10 de outubro de 2010

Hurt Again

Eu passei a noite enchendo a cara, sinto que eu deveria ter bebido até cair inconsciente. Assim eu não estaria aqui pensando no que mais me deixa mal. Eu me pergunto por que, sim, eu me pergunto o motivo disso tudo a cada segundo da minha vida. I am hurt again, again my God, again and again.
Eu pensei que este feriado seria legal, queria deixar minha cabeça vazia, descansar um pouco. Agora sei que a 1ª coisa que eu devo fazer é ir procurar um médico. Ai meu Deus, eu não agüento mais, sinto que na primeira ponte que eu encontrar vou querer me jogar, sinto que minha alma vai chorar pra sempre. Por quê? Por quê?

Será se é certo esconder isso das pessoas? Às vezes acho que seria melhor contar pra todo mundo, talvez em troca de alguma psicologia barata, outras vezes acho que eu não agüentaria os olhares de pena e a pressão em cima de mim. Que merda, meu plano de vida nova foi por água abaixo, nem ao menos sei como lidar com a vida que tenho, eu sinto medo e pena de mim mesma.

Vou partir praquele plano do afastamento, vou manter a SLOW LIFE, mesmo porque não é justo nem com meus sentimentos e nem com o mundo.

domingo, 8 de agosto de 2010

Dentro de todos nós

Era Dezembro, estava ensolarado

Eu disse palavras puras, ainda eram, mas agora sempre serão

Eu não sei descrever como foi simples

Acordei e sabia de tudo, sabia que era sempre igual

Lá eu estava

De braços abertos, cabelos ao vento e uma vontade de ser feliz

Enquanto eu voava, tudo ia embora

Enquanto eu voava, nada acontecia

Eu voava, por isso não tinha medo

Eu finalmente estou livre. N.R



Música que mais tenho escutado ultimamente, que tem muito a ver com meu momento e que eu Amo. Tradução Aqui


Song for you - Alexi Murdoch


sábado, 7 de agosto de 2010

Only Thoughts

Esperar por amor me machuca, é lento.
Uma palavra é suficiente. Isso nunca chega.
{}

Hoje eu liguei pra uma amiga que eu não falava faz muito tempo, a gente conversou por alguns minutos e prometemos manter contato, visitar uma a outra, etc. Hoje eu também conversei com um amigo que mora em Santa Catarina, e lembramos que em Maio fez dois anos que a gente se conheceu (pela internet), e falamos como nós nos amamos muito e a da vontade que a gente tem de se encontrar.
Não é injusto? Tenho pessoas legais na minha vida que não tem vontade de me ver, que só prometem não me esquecer, que nem se dão ao trabalho de me ligar ou mesmo de atravessar a rua pra me dizer Boa Noite. Enquanto tenho pessoas que estão longe e que não me esquecem nem por um segundo, que todo dia conversam comigo no msn, que me mandam torpedos no celular, que me escutam com toda paciência e sabem dos meus segredos mais profundos, querendo atravessar o país pra me encontrar. Não é injusto?

You are the loneliest girl in the world - Você é a garota mais solitária do mundo
And tonight you’d fall for anyone - E esta noite você se apaixonaria por qualquer um
You are the loneliest girl in the world - Você é a garota mais solitária do mundo
I’ll watch you die a thousand times again - Eu vou assistir você morrer milhares de vezes de novo

Uma vez eu tive uma conversa com um amigo sobre os desejos que se chocam num início de relacionamento, seja lá ele qual for. Ele me falou que a garota que ele tava ficando estava esperando o amor da vida dela, e ele, só tava querendo diversão. Ele disse que falou logo a verdade pra não ficar iludindo ninguém. Eu queria que todas as pessoas tivessem a decência de fazer o mesmo, pois depois de certo ponto, mesmo depois de 300 indiretas a outra pessoa não saca mais. Esse tal choque de desejos não deve ficar explícito somente quando alguma catástrofe emocional acontece. O que eu quero dizer é que sempre tem um momento que a gente pode dizer NÃO sem machucar tanto a outra pessoa. Tem coisas que acontecem que marcam bastante. A gente nunca sabe o que é importante pra alguém, o que marca certo limite ou mesmo os sacrifícios ocultos de outra pessoa.


I think I’m gettin lost for a while - Eu acho que vou ficar perdido por um tempo
Tired of getting stoned - Cansado de ser apedrejado
And thinkin about you in the night - E de pensar em você durante a noite


Os trechos são de Cary Brothers, das músicas All The Rage, Loneliest Girl in the World e Honestly, respectivamente. Os pensamentos, meus. kkkkkkkk

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Rabino nº 2

Eu tive um pesadelo, isso é estranho porque eu nunca sonho. E pela primeira vez eu lembro um pouco, no sonho eu estava num lugar muito escuro e estava dormindo e de repente eu acordei e chamei por alguém que também estava dormindo, sei que tava muito escuro, a partir dai não lembro mais de nada. Sei que foi um sonho ruim porque eu acordei chorando, mas chorando de tristeza e angústia, meu estomago doía como se eu tivesse levado uma porrada, meu corpo tava gelado, é uma sensação que não quero mais sentir.Parece que acordei de um daqueles sonhos comuns nos filmes do Freddy Krueger. Eu sou muito estranha. Na mesma hora coloquei Pulp Fiction na minha tv pra ver se eu me livrava que de certos pensamento que ando tendo. Comecei a pensar que isso tenha sido reflexo da minha nova ideologia de vida nova, deixar tudo pra trás. É, decidi começar a droga de uma vida nova, como todos os livros de auto-ajuda aconselham ou até mesmo os psicólogos.
Lembrei de Um Homem Sério, um filme dos Irmãos Coen, o protagonista se encontra numa fase ruim da vida dele e vai atrás de ajuda, atrás de respostas. O encontro com o rabino Nº 2 é a parte mais legal do filme, o rabino conta uma história meio estranha e que nos fazer pensar na seguinte pergunta: O que é relevante?
Ele diz: - As questões que o afligem podem ser como dor de dente. Sinta-as por um tempo, e desaparecerão.
- Não podemos saber de tudo
- Who cares?
Ah, ‘Who cares?’ é a melhor de todas, sem dúvida. Kkkkkkkkkk
É isso aí, who cares? Ninguém, buster.
Como o rabino e o aprendizado da vida ensinam, não adianta se perguntar pra sempre. Parei, vou seguindo.
Foi um sonho, mas que me deixou mal, tentei associar com acontecimentos antigos e até uma conversa recente, mas eu nunca irei saber. Como faz parte das regras da minha nova vida isso será apenas mais uma das coisas que aconteceu no meu dia comum, nada muito marcante.
Eu decidi apelar pros conselhos clichês pra resolver meu problema, já que não tenho grana e nem beleza pra optar pra outras coisas. Andei percebendo algumas coisas, o que me fez pensar que perdi metade do meu ano querendo uma coisa que não posso ter. Por que não é possível? O que eu poderia ter feito melhor? Por que não eu?... Mais algumas das perguntas que eu faria ao rabino nº 2. Isso é realmente relevante agora, já que eu estou num vida nova e tal fato não vai mudar meu futuro pra melhor?
Droga de texto ruim e falso em relação a algumas emoções (não tô tão confiante assim). Na verdade tô com medo de dormir de novo, affe, na verdade messssmo eu tô com medo dos meus pensamentos futuros e das perguntas sem respostas. Mas vou aproveitar pra tentar começar essa tal vida nova que li na merda de um livro de auto-ajuda, vou chamar uma amiga pra tomar café comigo numa cafeteria cara pra ver se me fodo de vez.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Os invisíveis

Eu tenho uma pulseira que tem 15 corações, ela deve sofrer tanto, eu que só tenho um já não agüento mais. Mas eu não sei como é ter 15 corações, talvez seja legal, enquanto um está sofrendo por um amor platônico o outro deve estar no ápice de um grande romance. Pensando bem, apesar dos sofrimentos, é legal gostar de alguém, tem que ter algo de bom nessa droga toda. Minha médica me perguntou se eu tinha um namorado, logicamente eu falei que não, ela me disse que eu deveria pensar muito antes de começar um relacionamento. Ela falou isso de uma maneira sutil e em menos de 30 segundos, mas eu já sabia, eu sabia como seria e que eu não poderia. Mas não é uma coisa que acontecerá.

Alguém que enxerga pessoas invisíveis hoje em dia é muito difícil, as pessoas se interessam pela gostosa do bairro, pelo playboy da faculdade, pelos cartões de crédito, pelos decotes e saias curtas... Por que as pessoas dão tanta importância à beleza e ao dinheiro? God, sem hipocrisia, eu não ligo a mínima se vou ser rica ou se vou casar com o cara mais bonito. Quero mais é um magrelo, meio esquisito, barbudo, que se apaixone por mim sem os decotes, que queira ter 4 babies, que goste de ouvir Ryan Adams aos domingos, que me acorde cantando músicas do Elliott Smith, que ache graça das minhas piadas repetidas, que ache sexy os meus versos tristes em inglês, que seja simples, que me aceite com tudo que eu sou e tenho. Se eu tivesse falado isso pra ela, provavelmente ela saberia que eu passarei muito tempo sozinha. Eu quero mais é alguém que passe despercebido, pra mim a graça está exatamente nesse ponto, conseguir ver em alguém o que ninguém mais vê. Quem sabe um dia.

Já estou ficando com medo, acho que to com depressão novamente, depois de quase dois anos, isso ta me incomodando e vou dar um jeito de resolver esse problema, e me pergunto o que seria de mim sem a Vanessa. Ela ainda é a única pessoa com quem eu consigo conversar, mesmo evitando encher o saco, pois sei que ela também tem problemas. Mas é que ando tão confusa, tão confusa que às vezes eu simplesmente paro de sentir, já falei pra Vanessa que eu tenho medo de parar de sentir pra sempre, parar de chorar, de falar, de querer encontrar o meu amor invisível, tenho medo de morrer por dentro. Ainda sou nova pra isso, é o que dizem. Mas como disse Jeff Buckley ‘Jovem demais pra esperar e velho demais pra jogar tudo pro alto e fugir’. Eu me dei um tempo de 2 anos, se passaram 4 meses, mas esse tipo de coisa não se planeja, mas eu planejo porque eu gosto de sofrer. São 03:29 do dia 27, lerei um pouco e vou ver uns episódios da 7ª temporada de FRIENDS antes de voltar ao que eu chamo de inferno. Estou perdida e não sei mais o que fazer, mas um leve sorriso sai do meu rosto quando lembro que nunca é tarde demais.

Ah, Vanessa, você é a pessoa invisível mais brilhante que eu conheço. Obrigada por nunca me deixar desistir.

domingo, 11 de julho de 2010

Cotas, sim!

Algum tempo atrás entrei numa discussão sobre COTAS numa comunidade do orkut, a maioria era Contra, eu A FAVOR. Aqui está uma parte do que aconteceu por lá.

Sou a favor por motivos óbvios: 1º) Inclusão social; 2º) Tratar com desigualdade o desigual; 3º) Dívida histórica!
As cotas servem para começar a diminuir a desigualdade racial que ocorre por herança do sistema escravocrata (e não me venha com hipocrisia dizendo que não existe racismo por conta disso). O nível da escola pública tem que melhorar, lógico, mas até quando os negros e pobres em geral terão que esperar por isso?
Aí me vem "você" falando que conhece o "Joãozinho", aquele que estudou na escola pública e teve muita força de vontade, depois do 5º vestibular ele passou pra medicina, ele sim é um exemplo... E eu digo, é um exemplo e uma EXCEÇÃO!
E o que aconteceu com o resto dos coleguinhas do Joãozinho? Ah, você me diz que eles não têm força de vontade. Eu te afirmo que eles não têm oportunidade. As cotas estão aí pra isso, pra dar oportunidade aos menos favorecidos. Tá achando ruim? E o tempo que o pobre não conseguia entrar na universidade? E durante esse tempo todo que não tiveram oportunidades porque só quem entrava na universidade era quem estudava em ótimas escolas, quem estava preparado? Acho que ninguém lembra disso! É engraçado como os anti-cotas sempre tem um exemplo desses pra contar, sempre dizem: ‘é só se esforçar’, então, se estão mandando os outros se esforçarem, se esforce você agora. E se for só motivo de esforço então quer dizer que os negros e pobres são preguiçosos? Numa turma de 40 alunos por que somente 3 ou 4 são negros? O resto dos negros é preguiçoso? É isso?

Dizer que cotas aumenta o preconceito e que é tapar o sol com a peneira é tão infantil quanto perguntar se negros tem menos capacidade. O que está em foco é a injustiça que ocorre até hoje, é o preconceito e a exclusão social que muitos fingem não ver ou não se importar.

Cota não é discriminação, discriminação é ter que ouvir piadas e ser excluído socialmente/naturalmente pela cor da pele. Mas se for uma discriminação, que mais discriminações como essa aconteçam sempre. Se você se acha injustiçado pense em toda uma raça que sofreu e sofre até hoje, e isso nem é papo de coitadista, é que dói ver as pessoas não enxergam o óbvio, dói ver alguém com grande inteligência e potencial tendo que ser escravo da elite por pura falta de oportunidade.

Dizer que as cotas racias são discriminatórias é tão primário... Singelo argumento de quem não faz o mínimo esforço pra enxergar um palmo adiante do próprio nariz.

O mais engraçado é que eu nunca vi tantos "Brancos" envolvidos na causa do preconceito/desigualdade como agora, com as cotas. Por que será?

Mais um ponto de vista a favor das cotas


sexta-feira, 9 de julho de 2010

No need to worry

I am not your problem, I’m not even a problem
I am not going after you, I know not where you are
No need to run away, I am not around you
No need of excuses, I am not asking for
If you want the summer, I shall be the winter
If you want February, I shall be September
It’s not me the one you’ll have to lie
It’s not me the one you’ll have to fall in love
I shall not talk to you, I have not words anymore
I shall not think of you, I would not dare
Don’t worry, it is not me the weight you’ll have on your shoulders
Don’t worry, baby, you won’t want to know me

I also shall not worry, because someday you’ll know what you missed

But I will go after someone, I will go to be around someone
I will ask for excuses, I will be the summer, I will be February
I will be the one listening to someone’s lie
I will be the love of someone’s life
I will talk some pretty words
I will think about someone
I will be everything, I will do anything
For someone who knows what worth for
For someone who will want to know me for me

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Deus novamente

Na segunda eu recebi de volta uma prova que eu tinha feito de Reading, eu nem lembrava mais que eu tinha feito. Tinha uma questão que era pra fazer uma redação sobre o que eu quisesse. Quando peguei de volta a prova tinha uma mensagem da minha professora dizendo que tinha adorado o texto e que eu me expressei da melhor maneira possível, isso me fez imaginar que talvez eu não escreva tão mal assim, o tema foi meio clichê, mas era só uma questão de prova, nada muito pensado naquele momento, mas que me fez pensar muito agora. Fico imaginando se algum dia eu terei coragem de dizer pra minha família e amigos que eu sou atéia, alguns já sabem, mas tem aquela coisa de não poder me expressar muito a respeito, apesar de que pra mim tanto faz e que eu acho melhor não procurar confusão a respeito disso e é claro que é muito mais cômodo e simples agir com fé e esperança. Ser ateu é uma coisa mais crua, lógica, mas não significa que é sem sentimento. Isso me lembrou uma coisa que eu ouvi de uma grande amiga quando eu descobri que tava doente, eu fiquei desesperada e fiquei sem falar por uma semana (digo, só falava o básico), esse é o meu problema, quando eu mais preciso falar e chorar eu simplesmente calo, e ela veio com um discurso chato, mas que fez efeito, ela disse que eu não deveria perguntar pra Deus o porquê daquilo tudo, pois Deus só fez aquilo pro meu crescimento pessoal e porque sabia que eu iria superar, disse também pra eu pensar nas pessoas ao meu redor que estavam sentindo falta da pessoa que eu era. Depois disso eu meio que voltei ao normal, pelo menos fingi. Às vezes eu não sei se é muito egoísmo ficar sofrendo enquanto tem gente morrendo de fome, crianças nascendo doentes e pessoas levando tiros na guerra, ou se eu tenho esse direito de ficar triste, sem falar, sem pensar, eu não sei, até gostaria de saber. Dentro de todos esses pensamentos deveria ter espaço pra fé, até tem espaço, mas só falta Deus.

O texto é sobre religião, nada explícito em relação ao ateísmo, é mais focado na religião. O inglês ta meio fraco, é bom que facilita o entendimento, mas qualquer coisa tem o Google.


When I Don't Believe


Most of people have a religion or faith in God. It’s usual to see people talking about the Bible or some God’s rules to follow, but we rarely see them reflecting upon the injustice from heaven above. Why it seems so offensive?

It’s easy people coming knocking out our door to speak good things about religion. Why they don’t explain the injustice, war, illnesses, and also the ugly world ruled by God? It hurts to think the reason God is so good to ones and bad to others.

We always listen to those people saying: “God is so good to me, I am so happy”, but those same people don’t even ask why the Lord does not finish the pain and suffering of the rest of the world. They should come us with a speech explaining that the faith helps us with problems, that believing God could become life a little easier, explaining that religion could help us to understand all the tragedies and cruelties of this place called Earth.

So while they do not admit God may be not so perfect and also that we live in a hell and religion is here to help us in this point, I don’t believe in churches, religions or things like that.



domingo, 4 de julho de 2010

Cansada

...de bater na mesma tecla, pensar que vai dar certo, de esperar, de dormir, de achar, de estar com as portas abertas, de certas pessoas, de certas atitudes, de esperar ligações, mensagens, do cansaço, de não ter mais o que fazer, de não escrever mais, dos problemas, de indecisão, das dores, da minha incapacidade, de me sentir inútil algumas vezes, dos dias quando estão cinza, de tentar e tentar e tentar, de falar, de não poder fazer nada, de você, de alugar meus amigos, da sua voz cansada, do seu desprezo, da sua indecisão, sua falta de interesse, dos seus amores, do meu ciúme, dos problemas, dos meus pensamentos, de sair, de perguntas sem respostas, dos meus medos, do mundo, do egocentrismo, dos maus tratos, das pessoas, da desumanidade, dos teus gritos, das suas comparações, das suas ordens, das brigas, de viver, de morrer, de pensar e às vezes, até de sonhar...




texto de autor desconhecido, mas com uma pequena modificação minha.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

I'm Ok

São 00:48 do dia 30 de Junho, mais tarde eu tenho que estar no hospital novamente. Eu já tô num desespero, mas eu tô falando em desespero de verdade, acho que ninguém imagina como pra mim é um terror começar essa nova temporada de hospital, minha mãe passou a noite me enchendo o saco porque eu ando com náuseas, fica insistindo o tempo todo pra eu ir ao médico, acho que nem passa pela cabeça dela que eu tô cansada disso tudo, eu passaria o resto da vida com náusea se não tivesse que voltar naquele inferno.
Mas o motivo não é o enjôo. Me pergunto até quando eu vou agüentar. Eu choro tanto que às vezes penso que vou morrer, o pior são as pessoas falando as besteiras de sempre, parece até que eu não tenho o direito de estar revoltada com tudo isso.
Mas o que mais tem me feito chorar são os pensamentos a respeito do meu pai. Eu não falo sobre isso com ninguém, ninguém imagina o quanto eu o odeio, como eu quero que ele morra, como eu queria que ele não tivesse nenhuma ligação comigo. Ele é a pessoa mais suja e covarde do universo, e eu queria encher a cara dele de porrada, queria que ele soubesse como eu o odeio por tudo que ele me fez sentir todo esse tempo. Ele fez eu me sentir culpada por ter nascido, me fez pensar que eu sou o motivo da infelicidade de muita gente, fez eu me sentir um peso na vida das pessoas que me amam, por isso e tudo mais que ele me fez eu nunca vou perdoar. Eu sei que ele não se importa com o que eu penso, sei que pra ele eu sou mais uma pessoa no mundo, não sou filha dele, sei disso pelo modo que ele agiu a vida inteira, é muito claro perceber que ele nunca me amou. Eu queria muito poder afirmar que eu nunca senti a falta dele, que minha vida foi normal apesar de tudo, mas não foi, já tive depressão por causa disso, já me senti um lixo, já cheguei a imaginar que se nem mesmo o meu pai me amava, ninguém iria me querer por perto. Ele mudou minha vida por completo, me fez uma pessoa insegura, fraca e boba, mas ele nunca terá a oportunidade de saber que apesar disso eu sou uma pessoa boa, simples e muito diferente dele, pois tenho dignidade e valores, coisas que ele não sabe o que significam.
Eu não quero nada que venha dele, nem mesmo um pedido de desculpa, só quero me manter distante, muita força pra superar e talvez esquecer tudo isso, pelo menos poder viver em paz.
Agora voltarei pra cama pra tentar dormir um pouco, pois mais tarde começa a rotina de novo.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Maio, Filosofia e Damien

Para aquelas pessoas que já leram meu Blog, acho que já ta meio explícito o quão DOWN ele é. Mas como ninguém lê mesmo, nem tenho críticas. E eu gosto disso, não a parte de não ter críticas, mas a parte de ninguém ler. Ok, agora acho que escreverei com mais freqüência, pelo menos pretendo! Vou começar contando o que tenho feito ultimamente, meus planos... Uma postagem meio diferente.

Ontem, quarta-feira, 26 de Maio de 2010, acordei as 13:35 com meu telefone tocando, um grande amigo me ligou pra perguntar sobre um trabalho da universidade, (coisa que eu mais tenho feito ultimamente, trabalhos e mais trabalhos, um saco...) e depois almocei, fiquei na internet por um tempo e depois fui pra aula aprender um pouco mais de Inglês. Uma menina me perguntou sobre as aulas de Filosofia, só pude dizer que deixei de lado mais uma vez, ela agiu como se já soubesse, acho que sou previsível demais. A aula foi produtiva, depois da aula fui jantar no shopping com uns amigos, cheguei em casa minha mãe mandou eu me olhar no espelho e me lembrou que meu cabelo está um terror (pelo menos ela não me chamou de gorda). Fiquei na internet e lembrei que tenho que decorar algumas coisas pra um seminário na sexta, I hate!

Ultimamente tenho pensado muito em tirar meu passaporte, nem faço idéia de como faz isso, mas darei um jeito. Ainda o meu sonho chamado Irlanda, espero não acabar como April ( aquela moça de alguns posts anteriores). E tenho passado por um momento de crise por causa da minha saúde, hora de voltar ao médico, mas a coragem nem deixa, já to tão cansada disso, é sempre aquele desespero. Às vezes prefiro esquecer o que ta acontecendo, mas nem dá. Fico adiando, próxima semana quem sabe eu crio coragem, porque agora to realmente sem ânimo pra isso, chega de noticias ruins, pelo menos por enquanto. Ah, e ainda sem grana pro filósofo clínico ou psicólogo, whatever! O jeito é agüentar caladinha até ficar rica.

Mudando de assunto, tive um encontro, não com o menino dos meus sonhos, mas tive. Claro que passei o tempo todo pensando no bendito que I love, mas eu nem me senti culpada, porque parecia que ele também tava pensando em outra pessoa kkkkkkkk. Parecia que um estava ajudando o outro, foi uma coisa bem sem sentimento e compromisso, mas até que foi melhor que ficar em casa na internet. Pelo menos não me senti tão encalhada assim, mas depois de 3 meses já tava na hora, né?

Ah, não poderia deixar de mencionar DAMIEN RICE, na falta de um psicólogo ele me ajuda até demais, às vezes eu acho que ele é o ser humano mais sentimental do mundo, meu melhor amigo ultimamente, ele torna a dor uma coisa bonita. Ah se eu fosse a Lisa, nem pensava duas vezes, mas enfim... Damien tem me salvado ultimamente, e eu queria dizer Thank You pra ele, mas ele já deve saber que ajuda os sofredores do mundo. Até o próximo chato e longo Post.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

I Remember

Música mais linda não há.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

I do feel

They came back,
They are coming back to take away my hope. They are back to throw away what is meant to be mine.
They did come back again to show me which is my place, they put me in my place

They have arrived to me. I come back to them
Not my choice, not their choice, it's just a choice


Oh my, they came back, back to me, not to you
You can't speak like you have met them before, you never felt the weight of their presence

Alas, they are here... I wish they were not. I wish they were dead.
They came to me, they returned to remain
They are nearer me, they are beside me, they are behind me, they are around me, within me.

I swear, I learned the lesson. I promised them to learn from my mistakes. I pleaded, I beg yet.

But not, they do not get tired of saying again, again, and again: Look no further.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Apenas um sonho.

Sempre achei que nasci na época errada, ver sentimentos banalizados, comportamentos exagerados sem causas, futilidade em toda esquina... O que me faz pensar que se tivesse 20 anos no início da década de 70 seria tudo melhor, seria tudo emocionante e mágico. Assisti um filme que não me sai da cabeça, FOI APENAS UM SONHO (Revolutionary Road), quando vi April Wheeler não pude deixar de me identificar com ela. Uma atriz que não deu certo, casada e com filhos, tem uma vida totalmente comum e é totalmente infeliz, não entrando muito no foco do filme, mas sim de April, pois é como me sinto agora. Pra salvar sua felicidade April planeja se mudar pra Paris. Mas a realização de um sonho (infantil!?) nem sempre é tão fácil, a realidade trata de mostrar como a vida é cruel com os sonhadores! Isso me faz pensar no que estou fazendo da minha vida, pois não há nada mais aterrorizante do que se tornar uma pessoa comum quando você se acha especial... É muito mais fácil agarrar as oportunidades que aparecem que jogar tudo pro alto e ir realizar um sonho. Será que vale a pena viver a vida do jeito que tem que ser para não machucarmos as pessoas ao nosso redor, ou até mesmo os nossos sentimentos? Têm muita gente que faz isso de uma maneira simples, outros nem tanto. Me identifiquei com April, em querer mudar, ir atrás da felicidade, sonhar e sonhar... Mas querer não me transformar em tudo aquilo que eu odeio parece ser absurdo, as pessoas querem ver ações e não sonhos bobos, parece errado não querer ser uma pessoa medíocre. Mas acho louvável a atitude de Frank, agarrar-se ao que é certo, colocar os pés no chão, e seguir infeliz, mas pelo menos sem o fracasso. Não posso deixar de perceber que ele fez aquilo pra tentar manter o que tinha, continuar estável, pensando que sonhar fosse talvez apenas uma bobagem.
Tenho a ambição de April, me recuso a ser infeliz, a não ousar pra não fracassar, me recuso a não tentar realizar meus sonhos, apesar de parecer idiotice. Mas como fazer isso sem ninguém sair machucado? Eu não sei. Depois disso tudo eu percebi que talvez não seja a época errada pra mim, assim como pra April não seja o país. Não é Paris, ou a década de 70, mas sim sonhos... Como tenho escutado por aí: São tempos difíceis para os sonhadores. Não quero ser igual a todos e num futuro ficar apavorada pensando em como as coisas poderiam ter sido. É terrível acordar e saber que vai ter mais um dia igual, acordar e saber que não vive, apenas agüenta.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Cansada

Eu nunca me permiti mostrar o que eu estava sentindo, ou errar com aqueles que convivem comigo, nunca magoei ninguém quando pude evitar, eu sempre fiz de tudo pra ser aceita, sempre aguentei tudo calada... Mas de algum tempo pra cá tenho percebido que ninguém nunca fez nada disso por mim, mas creio que foi um caminho que eu mesma construí, ou seja talvez porque eu uso o bom senso. Recentemente uma pessoa bem próxima a mim, fez algo que talvez não tenha sido certo, algo que me fez perder a confiança de uma certa forma, o que me leva a crer que não mostrar os sentimentos seja a melhor opção. Sempre fui covarde, assumo, mas isso não dá a ninguém o direito de fazer por mim o que tem que ser feito.
Talvez as pessoas que convivo não tiveram a intenção de me machucar, mas também não evitaram, não pararam quando tiveram a oportunidade, não pararam quando perceberam que aquilo podia acabar comigo, e eu sei o porquê, elas pensaram que eu aguentaria calada, como sempre aguentei, tiveram a certeza que eu iria perdoar, como sempre perdoei, sabiam que nada iria mudar pois eu sou fraca. Mas pensaram errado em relação a algumas coisas, continue aguentando calada, mas não perdoei, me permiti a ficar com raiva, comecei a perceber que não teve consideração, e eu posso ser fraca, mas não irei esquecer.
Cansei de aguentar, de fingir que está tudo bem, de tentar ser legal, de perdoar tudo e todos e ficar mal por isso... Não vou mais falar por educação com ninguém, se eu quiser falar, eu falo, se não, problema de seja lá quem for. Não vou mais dar tanta importância a ninguém, as pessoas não sabem lidar com o amor, logo se sentem sufocadas e acabam estragando tudo. Não irei confiar, confiei em alguém que conheci ha séculos, e ela foi a primeira a me trair. Não me lamentarei por nada que aconteceu, agora eu sei que não tenho culpa por nada, a infantilidade dos outros me fez insana por algum tempo. Eu não consigo entender, não consigo. Por que jogar fora um sentimento verdadeiro em troca de algo que você nem sabe se vai acontecer? Nunca tive coragem pra tal ato, nunca. Eu tenho amor pra dar, só não quero desperdiçar com alguém que não dá valor suficiente.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Jeff Buckley - Mojo Pin

Estonteantemente linda!